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5 perguntas para 2026

Onde o IBOV estará no final de 2026?

E o dólar?

O que explica a alta da bolsa até agora?

A taxa de juros realmente importa nesse momento?

E qual é o principal gatilho de preço para os próximos seis meses?

Essas perguntas foram feitas pelo Bank of America para um grupo de gestores institucionais. .

Quando os gestores são questionados sobre o que explica o rally recente da bolsa, a resposta é majoritária: fatores externos. Não é crescimento doméstico, não é melhora estrutural, não é micro. É o ambiente global.

O Brasil subiu até agora porque o vento está favorável lá fora.

Esse vento tem nome: dólar mais fraco. O consenso dos gestores, e do mercado, aponta para um ciclo de enfraquecimento do USD ao longo de 2026. Historicamente, dólar fraco significa fluxo para emergentes, compressão de prêmio de risco e valorização de ativos locais mesmo sem mudanças profundas no cenário doméstico.

A leitura sobre juros reforça ainda mais esse ponto. Os gestores projetam o primeiro corte da Selic apenas em março de 2026. Ainda assim, a bolsa está em ATH. Isso deixa claro que a política monetária doméstica não é o motor desse movimento.

O preço está andando apesar dos juros, não por causa deles.

Mas o dado mais sensível da pesquisa aparece quando os gestores precisam escolher um único fator capaz de destravar preço no Brasil nos próximos seis meses. A resposta é direta e praticamente unânime: eleição.

Não é lucro.
Não é valuation.
Não é corte de juros.

É expectativa política.

Por fim, quando perguntados sobre níveis de preço, a maioria projeta o Ibovespa acima de 170 mil pontos no fim de 2026, com forte concentração entre 180 e 200 mil. Não é uma aposta marginal. É um consenso.

Agora gostaria de saber a opinião de vocês: concordam?

Qual ativo terá a melhor performance no ano?

Espero que gostem,

Obrigado,

João Ascoli

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Escrito por João Ascoli

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