Aqui está o texto limpo, mantendo integralmente o conteúdo e removendo apenas as marcações:
1- Bolsas americanas
S&P subiu 0,25% e Nasdaq 0,47% ontem, marcando a primeira sequência de dois dias de alta desde o início da guerra.
Futuros de NY sobem mais de 0,3% em dia de reunião do FOMC. Os investidores estarão atentos à fala de Powell, em meio à redução das apostas de corte de juros para este ano.
2- Risco de greve de caminhoneiros
Opinião da Fatto Política:
“As medidas fiscalizatórias do governo para conter o preço do diesel já vinham sendo mapeadas como cenário provável pelo nosso time desde a semana passada, dentro da lógica de atuação preventiva do Planalto.
Apesar do ruído, a probabilidade de greve segue baixa neste momento: o setor é difuso, há lideranças com interesse em mobilização, mas não se identifica coordenação nacional comparável à greve de 2018, além de avaliação do setor de que o timing é desfavorável.
O cenário-base permanece de não paralisação, com o governo atuando para reduzir risco de escalada e evitar contaminação econômica e política.”
3- Juros futuros
Os juros futuros abriram o dia em queda e chegaram a recuar durante o pregão após nova intervenção do Tesouro, que comprou R$ 16,5 bilhões em leilões.
No entanto, à tarde, com rumores de greve de caminhoneiros, os juros reverteram o movimento e fecharam em leve alta.
4- Copom
Hoje é dia de Copom. A curva de juros indica corte de 0,25%, e o Comitê tende a seguir o que o mercado já precifica.

Porém, o comunicado e a ata da última reunião permitem também a manutenção dos juros.
A leitura é que o guidance anterior não garantiu o corte, pois estava condicionado ao “cenário esperado” — e a guerra não fazia parte desse cenário.
Resumo: pela curva, o corte deve ocorrer. Mas o novo comunicado tende a retirar qualquer guidance, diante da elevada incerteza sobre a duração do conflito.






