Brasil: o risco agora é a qualidade do crescimento
Os três relatórios convergem para uma leitura pouco óbvia: o Brasil continua atrativo, mas não por uma aceleração simples da economia. A tese central é que o mercado brasileiro depende menos de “crescer mais” e mais de “crescer melhor”: com disciplina fiscal, queda sustentável de juros, retomada do investimento e setores ligados a energia, infraestrutura, […] Mais informações

